16 de junho de 2010

FORA DO ALVO

FORA DO ALVO
(Por José Leôndidas em 16/06/10 às 18h38min.)


Há quem diga que nunca se apaixonou.
Que nunca sentiu o coração acelerar,
Quando por um segundo fitou aquele olhar.
Que nunca sentiu a vontade de abraçar,
e ter entre os braços a pessoa amada.
Que nunca desejou o beijo demorado,
doce, vibrante, e de sabor inigualável.
Há quem diga, e há quem viveu.
Paixão, fonte de inspiração de todo poeta.
Peça fundamental na construção do amor.
Experiência juvenil, boba, e muitas vezes tola.
E parece que o tempo só faz tudo atrasar.
E nada faz o tão sonhado encontro acontecer.
E ficamos presos a esta sensação de apenas
desejar essa paixão, que de tanto atormentar,
Chegamos a achar que atiramos fora do alvo.
Mas não devemos desistir,
Pois vivemos de amor, vivemos para amar.
E um dia, sempre, a paixão acontece.
Quando menos esperamos,
de onde menos imaginamos,
E de um jeito que nunca cogitamos.

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